domingo, 18 de março de 2012

Robôs nas salas de cirurgias

Robô Da Vinci

Cirurgiões há pouco tempo ganharam novos parceiros para auxiliá-los nas operações minimamente invasivas  , os robôs mecânicos de alta precisão e com recursos de video-endoscopia , ajudam a resolver problemas urológicos , cardíacos e cerebrais , através de seus braços robóticos que direcionam câmeras e os intrumentos para dentro do paciente.
As vantagens e aplicações são muitas ,tais como :

-  robôs pode ser controlado a qualquer distância ;
-  fazem aberturas cirúrgicas bem menores do que os humanos ;
-  estão livre de riscos , como infeções ;
-  são mais precisos na manipulação de instrumentos cirúrgicos menores e delicados , além de não possuirem fadiga e tremores;
- robôs são guiados através de imagens médicas não invasivas , controladas por um cirurgião humano.

Da Vinci, como é chamado o robô responsável por essas cirurgias ,já realizou inúmeras como a de próstata nos EUA , no Brasil o número ainda é mínimo,  ele encontra-se em ação em um pequena parcela de hospitais em São Paulo e No Rio de Janeiro. O robô não é autônomo é guiado por um cirurgião , mais dois médicos e um anestesista. A desvantagens dessa tecnologia , além do custo elevado é a ausência tátil para os cirurgiões, pois não conseguem pegar o tecido e saber o que ocorre.Em contrapartida , tem-se a visão ampliada e melhorada. Em tumores de fácil acesso não é preciso utilizar o Da Vinci e os que estão nos ossos  ,ele não possui força suficiente para cortá-los . Por isso , sua utilização tem que ser cautelosa e depende muito da situação na qual ele poderá ser usado.

Por Daniele Soares .

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